{"id":3358,"date":"2024-11-05T11:30:17","date_gmt":"2024-11-05T11:30:17","guid":{"rendered":"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/?p=3358"},"modified":"2024-11-07T09:57:03","modified_gmt":"2024-11-07T09:57:03","slug":"terramotos-em-portugal-estaremos-preparados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/blog\/2024\/11\/05\/terramotos-em-portugal-estaremos-preparados\/","title":{"rendered":"Terramotos em Portugal: estaremos preparados?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"874\" src=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Risco-sismico-1024x874.png\" alt=\"\" data-id=\"3359\" data-full-url=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Risco-sismico.png\" data-link=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/?attachment_id=3359\" class=\"wp-image-3359\" srcset=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Risco-sismico-1024x874.png 1024w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Risco-sismico-300x256.png 300w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Risco-sismico-768x655.png 768w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/11\/Risco-sismico.png 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"blocks-gallery-item__caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o de J\u00falio Ribeiro,<br>realizada com DALL\u00b7E 3<\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-drop-cap\">Portugal encontra-se localizado numa zona de risco moderado no que toca a atividade s\u00edsmica, sendo as zonas com maior risco s\u00edsmico os distritos de Lisboa, Set\u00fabal, Faro, a costa alentejana e arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores.<br>Por\u00e9m, apesar deste risco, apenas quando ocorrem sismos com uma magnitude consider\u00e1vel \u00e9 que nos lembramos do perigo que corremos. S\u00f3 nesses momentos v\u00eam os especialistas falar sobre a condi\u00e7\u00e3o de Portugal, principalmente relacionada com infraestruturas como hospitais, quart\u00e9is e pontes, e edifica\u00e7\u00f5es como as casas. <br><strong>Mas ser\u00e1 que estamos numa situa\u00e7\u00e3o t\u00e3o m\u00e1?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>A CONSTRU\u00c7\u00c3O ENTRE O SISMO DE 1755 E OS DIAS DE HOJE<\/strong><br>Qual a efic\u00e1cia das estruturas pombalinas e quais os tipos de m\u00e9todo construtivos que s\u00e3o usados na atualidade?<br>As famosas <a href=\"https:\/\/110.tecnico.ulisboa.pt\/arquivos\/episodio-9-a-gaiola-pombalina\/\">gaiolas pombalinas<\/a> [1] , que eram colocadas nas alvenarias e as estacas que eram colocadas nas funda\u00e7\u00f5es dos edif\u00edcios, s\u00e3o estruturas que foram desenhadas para aumentar a resist\u00eancia dos edif\u00edcios em caso de sismo. Estas estruturas foram utilizadas at\u00e9 ao in\u00edcio do s\u00e9c. XX.<br>O facto de os edif\u00edcios pombalinos serem maioritariamente feitos de madeira, e a sua antiguidade,  levam a questionar se a sua efic\u00e1cia sofreu danos. Por\u00e9m, \u00e9 poss\u00edvel afirmar que n\u00e3o houve altera\u00e7\u00e3o de efic\u00e1cia na estrutura na maioria dos casos, uma vez que as gaiolas pombalinas est\u00e3o embutidas na alvenaria e, por isso, n\u00e3o sofrem altera\u00e7\u00f5es causadas pela humidade, dado que a sua madeira n\u00e3o apodrece. <br>J\u00e1 as madeiras utilizadas nas lages, e as estacas em que est\u00e1 assente a baixa de Lisboa, tem risco de apodrecimento,  pois sofrem varia\u00e7\u00f5es de humidade devido \u00e0 humidade presente no ar e \u00e0 altera\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do rio Tejo. Contudo t\u00eam sido realizadas manuten\u00e7\u00f5es de maneira a assegurar a sua conserva\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Olhando para a atualidade existem mecanismos antiss\u00edsmicos em vigor.<br>A legisla\u00e7\u00e3o portuguesa desde 1958 que prev\u00ea a obrigatoriedade do c\u00e1lculo estrutural de resist\u00eancia s\u00edsmica, sofrendo altera\u00e7\u00f5es em 1967 e 1983. E desde 2020, o m\u00e9todo utilizado para o c\u00e1lculo das infraestruturas e edifica\u00e7\u00f5es \u00e9 o Euroc\u00f3digo 8.[2][3][4][5]<\/p>\n\n\n\n<p>Contudo, apenas a partir da implementa\u00e7\u00e3o do Euroc\u00f3digo passou a ser necess\u00e1rio o estudo de vulnerabilidade s\u00edsmica da estrutura a adoptar.[6][7]<br>Todavia em Portugal n\u00e3o \u00e9 comum o uso de estruturas antiss\u00edsmicas, como c\u00e2maras de \u00e1gua ou molas nas funda\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>ENT\u00c3O, PORQUE H\u00c1 RISCO DE COLAPSO DAS ESTRUTURAS<\/strong>?<br>H\u00e1 dois grandes motivos, o primeiro pode ser resumido a uma conclus\u00e3o feita pelo Professor Jo\u00e3o Azevedo, do Instituto Superior T\u00e9cnico de Lisboa, que disse \u201cO problema \u00e9 quando as coisas n\u00e3o s\u00e3o bem feitas.\u201d, uma vez que muita da constru\u00e7\u00e3o nacional foi feita ilegalmente, com fortes possibilidades de nunca terem sido feitos c\u00e1lculos de resist\u00eancia s\u00edsmica. [1]<br>O outro motivo \u00e9 que cada edif\u00edcio tem uma frequ\u00eancia de vibra\u00e7\u00e3o, que est\u00e1 relacionada com a flexibilidade da estrutura, assim se ocorrer resson\u00e2ncia e as ondas s\u00edsmicas possu\u00edrem a mesma frequ\u00eancia que o edif\u00edcio, este entrar\u00e1 em colapso, mesmo que a estrutura esteja bem projetada e constru\u00edda.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O que devemos fazer?<\/strong><br>A sensibiliza\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os \u00e9 a principal ferramenta que ajuda na preven\u00e7\u00e3o.<br>Apesar de o governo organizar campanhas de sensibiliza\u00e7\u00e3o, como por exemplo o projeto \u201cA TERRA TREME\u201d [8], que maioritariamente alerta para o risco da ocorr\u00eancia deste tipo de cat\u00e1strofes junto da popula\u00e7\u00e3o juvenil, a a\u00e7\u00e3o governamental falha no que toca \u00e0 sensibiliza\u00e7\u00e3o e informa\u00e7\u00e3o a n\u00edvel das faixas et\u00e1rias adultas, e na implementa\u00e7\u00e3o e fiscaliza\u00e7\u00e3o da constru\u00e7\u00e3o segura que \u00e9 delegada sobretudo aos poderes locais. Assim, o papel de cada cidad\u00e3o em informar e incentivar a procura de informar sobre o tema \u00e9 de elevada import\u00e2ncia.<br>A n\u00edvel de estruturas mais antigas devem fazer-se estudos de vulnerabilidade s\u00edsmica e, em caso de risco, refor\u00e7ar a estrutura. Pelo que o governo, para promover \u00aa seguran\u00e7a em caso de sismo, poderia dar incentivos monet\u00e1rios de modo que cada propriet\u00e1rio pudesse tomar as provid\u00eancias necess\u00e1rias.<br>A n\u00edvel de constru\u00e7\u00f5es recentes de grande dimens\u00e3o, principalmente infraestruturas, estas deveriam possuir sistemas antiss\u00edsmicos, diminuindo o risco de que estas estruturas fundamentais, no p\u00f3s-cat\u00e1strofe, fiquem inoperacionais. Neste caso, pouco podemos fazer, sen\u00e3o criticar os governos pela sua ina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><br>As constru\u00e7\u00f5es recentes foram projetadas para resistir em caso  de terramotos. Assim sendo,  os pontos chave  que devem ser trabalhados s\u00e3o o refor\u00e7o estrutural de edif\u00edcios antigos e sensibiliza\u00e7\u00e3o e educa\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o.<br><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">[1] &#8211; <a href=\"https:\/\/110.tecnico.ulisboa.pt\/arquivos\/episodio-9-a-gaiola-pombalina\/\">Gaiola Pombalina<\/a> (Instituto Superior T\u00e9cnico)<br>[2] &#8211; <a href=\"https:\/\/casa.sapo.pt\/noticias\/protecao-sismica-de-edificios-saiba-tudo\/?id=29775#:~:text=Em%20Portugal%20existe%2C%20desde%201958%2C%20regulamenta%C3%A7%C3%A3o%20que%20obriga,e%20%C3%A9%20aquela%20que%20est%C3%A1%20atualmente%20em%20vigor.\">Prote\u00e7\u00e3o s\u00edsmica de edif\u00edcios<\/a> (legisla\u00e7\u00e3o e datas)<br>[3] &#8211; <a href=\"https:\/\/www.lnec.pt\/pt\/servicos\/ferramentas\/avaliacao-da-vulnerabilidade-br-de-estruturas\/\">Avalia\u00e7\u00e3o da vulnerabilidade de estruturas<\/a> &#8211; (LNEC) <br>[4] &#8211; <a href=\"https:\/\/files.diariodarepublica.pt\/1s\/2019\/09\/17500\/0013400134.pdf\">Portaria n.\u00ba 302\/2019<\/a><br>[5] &#8211; <a href=\"https:\/\/spessismica.pt\/legislacao-em-vigor\/\">Legisla\u00e7\u00e3o em vigor<\/a> (Sociedade Portuguesa de Engenharia S\u00edsmica)<br>[6] &#8211; <a href=\"https:\/\/spessismica.pt\/eurocodigo-8\/\">Euroc\u00f3digo 8<\/a><br>[7] &#8211; <a href=\"https:\/\/spessismica.pt\/avaliacao-estruturas\/\">Avalia\u00e7\u00e3o da vulnerabilidade<\/a> &nbsp;(Sociedade Portuguesa de Engenharia S\u00edsmica)<br>[8] &#8211; <a href=\"https:\/\/www.aterratreme.pt\/\">A Terra Treme<\/a><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator is-style-wide\"\/>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size\">Texto de:<br><strong>Martim Martins<\/strong><br>12.\u00ba&nbsp;C | Clube de Jornalismo da ESL<\/p>\n\n\n\n<div style=\"height:80px\" aria-hidden=\"true\" class=\"wp-block-spacer\"><\/div>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div><p id=\"pvc_stats_3358\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"3358\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" aria-hidden=\"true\"><svg aria-hidden=\"true\" focusable=\"false\" data-prefix=\"far\" data-icon=\"chart-bar\" role=\"img\" xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" viewBox=\"0 0 512 512\" class=\"svg-inline--fa fa-chart-bar fa-w-16 fa-2x\"><path fill=\"currentColor\" d=\"M396.8 352h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V108.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v230.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm-192 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V140.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v198.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zm96 0h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8V204.8c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v134.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8zM496 400H48V80c0-8.84-7.16-16-16-16H16C7.16 64 0 71.16 0 80v336c0 17.67 14.33 32 32 32h464c8.84 0 16-7.16 16-16v-16c0-8.84-7.16-16-16-16zm-387.2-48h22.4c6.4 0 12.8-6.4 12.8-12.8v-70.4c0-6.4-6.4-12.8-12.8-12.8h-22.4c-6.4 0-12.8 6.4-12.8 12.8v70.4c0 6.4 6.4 12.8 12.8 12.8z\" class=\"\"><\/path><\/svg><\/i> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"16\" height=\"16\" alt=\"Loading\" src=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/plugins\/page-views-count\/ajax-loader-2x.gif\" border=0 \/><\/p><div class=\"pvc_clear\"><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Portugal encontra-se localizado numa zona de risco moderado no que toca a atividade s\u00edsmica, sendo as zonas com maior risco s\u00edsmico os distritos de Lisboa, Set\u00fabal, Faro, a costa alentejana e arquip\u00e9lago dos A\u00e7ores.Por\u00e9m, apesar deste risco, apenas quando ocorrem sismos com uma magnitude consider\u00e1vel \u00e9 que nos lembramos do perigo que corremos. 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