{"id":2710,"date":"2024-03-14T10:00:11","date_gmt":"2024-03-14T10:00:11","guid":{"rendered":"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/?p=2710"},"modified":"2024-03-14T12:15:21","modified_gmt":"2024-03-14T12:15:21","slug":"marco-azul-mes-da-prevencao-do-cancro-colorretal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/blog\/2024\/03\/14\/marco-azul-mes-da-prevencao-do-cancro-colorretal\/","title":{"rendered":"MAR\u00c7O AZUL &#8211; m\u00eas da preven\u00e7\u00e3o do cancro colorretal"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><ul class=\"blocks-gallery-grid\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cancro-coloretal.jpeg\" alt=\"\" data-id=\"2738\" data-full-url=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cancro-coloretal.jpeg\" data-link=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/blog\/2024\/03\/14\/marco-azul-mes-da-prevencao-do-cancro-colorretal\/cancro-coloretal\/\" class=\"wp-image-2738\" srcset=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cancro-coloretal.jpeg 1024w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cancro-coloretal-300x300.jpeg 300w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cancro-coloretal-150x150.jpeg 150w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/cancro-coloretal-768x768.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/li><\/ul><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>O que \u00e9 o Cancro do Colo Colorretal?<\/strong><br>O cancro que se desenvolve no c\u00f3lon ou no reto, pelas suas numerosas<br>caracter\u00edsticas comuns, \u00e9 muitas vezes designado cancro colorretal.<br>Apesar de ser&nbsp;um dos mais f\u00e1ceis de prevenir, o cancro colorretal \u00e9 o&nbsp;2\u00ba cancro mais mort\u00edfero&nbsp;no mundo ocidental.<br>A maioria dos cancros do c\u00f3lon e reto desenvolve-se a partir de&nbsp;uma c\u00e9lula ou de um grupo de c\u00e9lulas&nbsp;do revestimento interno da parede intestinal (mucosa).<br>Estas c\u00e9lulas multiplicam-se e organizam-se num pequeno tumor n\u00e3o canceroso (benigno) chamado&nbsp;p\u00f3lipo. Os p\u00f3lipos apresentam-se como eleva\u00e7\u00f5es ou proje\u00e7\u00f5es do revestimento interno da parede abdominal.<br>\u00c0 medida que cresce, um p\u00f3lipo pode transformar-se em cancro. Isto significa que passa a ter a capacidade de invadir tecidos vizinhos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fatores de risco:<\/strong><br>A&nbsp;idade&nbsp;\u00e9 um dos principais fatores de risco do cancro colorretal:<br>&#8211; Mais de 90% destes tumores ocorrem em pessoas com mais de 40 anos;<br>&#8211; A maioria \u00e9 diagnosticada&nbsp;entre os 50 e os 70 anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m da idade, h\u00e1&nbsp;outros fatores associados&nbsp;a um risco acrescido de cancro<br>colorretal:<br>&#8211; Hist\u00f3ria pessoal de cancro da mama, \u00fatero ou ov\u00e1rio;<br>&#8211; Doen\u00e7a inflamat\u00f3ria intestinal (colite ulcerosa ou doen\u00e7a de Crohn);<br>&#8211; Hist\u00f3ria familiar ou pessoal de p\u00f3lipos ou de cancro colorretal;<br>&#8211; Consumo de tabaco.<\/p>\n\n\n\n<p>As dietas com&nbsp;teor elevado de gordura animal&nbsp;e&nbsp;baixo teor de fibra,&nbsp;tamb\u00e9m t\u00eam sido associadas a uma maior probabilidade de cancro colorretal, embora existam refer\u00eancias contradit\u00f3rias.<\/p>\n\n\n\n<p>Os <strong>sintomas <\/strong>mais comuns associados ao cancro colorretal s\u00e3o:<br>&#8211; <strong>Altera\u00e7\u00e3o dos h\u00e1bitos intestinais<\/strong>: obstipa\u00e7\u00e3o, diarreia ou, mais frequentemente, uma altern\u00e2ncia das duas;<br>&#8211; <strong>Dor abdominal<\/strong> (constante ou em c\u00f3lica): neste caso, a dor pode acompanhar-se de sensa\u00e7\u00e3o de distens\u00e3o abdominal, n\u00e1useas e v\u00f3mitos;<br>&#8211; <strong>Perda de sangue pelo \u00e2nus<\/strong>, misturado ou n\u00e3o com as fezes e de cor vermelho vivo, castanho-escuro ou mesmo preto (neste caso, as fezes podem adquirir o aspeto caracter\u00edstico de \u201cborra de caf\u00e9\u201d);<br>&#8211; <strong>Emiss\u00e3o de muco pelo \u00e2nus<\/strong>, misturado ou n\u00e3o com as fezes;<br>&#8211; <strong>Perda de peso<\/strong> sem raz\u00e3o aparente;<br>&#8211; <strong>Cansa\u00e7o<\/strong> constante;<br>&#8211; <strong>N\u00e1useas ou v\u00f3mitos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Existem, no entanto, muitas outras doen\u00e7as que podem provocar sintomas semelhantes, pelo que se torna<strong>&nbsp;<\/strong>importante a sua avalia\u00e7\u00e3o m\u00e9dica.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, deve sublinhar-se que muitos p\u00f3lipos e cancros do c\u00f3lon e reto&nbsp;n\u00e3o produzem sintomas, antes de serem excessivamente grandes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><u>Alguns dados estat\u00edsticos<\/u>:<\/strong><br>&#8211; A probabilidade de uma pessoa desenvolver um cancro colorretal ao longo da vida \u00e9 de 6%, ou seja, cerca de&nbsp;<strong>1 em cada 20 pessoas contrair\u00e1 a doen\u00e7a<\/strong>.<br>&#8211; Estima-se que&nbsp;<strong>14% de todos os cancros diagnosticados<\/strong>&nbsp;anualmente se localizem no c\u00f3lon ou no reto. Quase metade dos doentes com cancro colorretal morre em consequ\u00eancia da doen\u00e7a.<br>&#8211; A frequ\u00eancia de cancro do c\u00f3lon e do reto&nbsp;<strong>est\u00e1 a aumentar<\/strong>, encontrando se de alguma forma relacionada com o desenvolvimento socioecon\u00f3mico.<br>&#8211; A preval\u00eancia da doen\u00e7a \u00e9&nbsp;<strong>maior em pa\u00edses mais industrializados<\/strong>, como nos EUA e na Europa Ocidental, sendo menor em \u00c1frica ou na Am\u00e9rica do Sul.<br>&#8211;<strong> Em Portugal<\/strong>, o n\u00famero de diagn\u00f3sticos anuais tem registado um crescimento exponencial, sendo esta patologia respons\u00e1vel por uma elevada mortalidade.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8211; Estima-se que<strong>&nbsp;3% a 4% dos indiv\u00edduos<\/strong>, tanto do sexo masculino como do feminino, desde o nascimento at\u00e9 aos 70 anos de idade, ser\u00e3o atingidos por cancro do c\u00f3lon e do reto. O pico m\u00e1ximo de incid\u00eancia incidir\u00e1 na 6\u00aa d\u00e9cada da vida (&gt; 50 anos).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"150\" src=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/11oUs-1024x150.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2727\" srcset=\"https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/11oUs-1024x150.png 1024w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/11oUs-300x44.png 300w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/11oUs-768x112.png 768w, https:\/\/erasmus-esl.pt\/BussolaEstudantil\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/11oUs.png 1198w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n<div class=\"pvc_clear\"><\/div><p id=\"pvc_stats_2710\" class=\"pvc_stats all  \" data-element-id=\"2710\" style=\"\"><i class=\"pvc-stats-icon medium\" 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